Perpendiculares e paralelas

29out09

por Mariana Lage

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Na última edição do Laboratório: textualidades cênicas contemporâneas, o diretor Antônio Araújo, consultor do projeto, apresentou sua visão a respeito do modo de divulgação e exposição das proposições artísticas que se desejam como intervenções urbanas. Sua linha de raciocínio parte do fato de que anunciar uma intervenção com hora marcada e público presente e expectante implode a imprevisibilidade e o distanciamento próprio às intervenções. Em seus questionamentos constam perguntas tais como: sendo ação política, em que medida a trabalhamos para resensibilizar e resimbolizar? É necessário que as pessoas saibam que ali estão bailarinos, atores ou performers? Em suma: de que forma usar o urbano como espaço de ação sem no entanto espetacularizá-lo?

Durante as apresentações da série de performances e intervenções reunidas na forma do projeto Perpendicular, realizadas ontem (28/10), os apontamentos de Antônio Araújo reapareceram no horizonte de fruição e discussão crítica. Tais questões foram trazidas por algumas ambiguidades quanto à posição de público e passante, performance-cena e performance-acaso, urbano e palco.

Segundo informações divulgadas pelos organizadores, a proposta do projeto é estender as ações artísticas para o espaço do cotidiano. Trazer para a rua questões estéticas que, aparentemente, encontram morada fixa e segura em espaços de exposição como museus e galerias. Nada mais condizente então do que propôr intervenções no centro da cidade e próximas à entrada de um museu – o Inimá de Paula.

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No entanto, uma questão que, acredito, desafia as discussões em torno das performances de ontem é: por que reunir muitos artistas em um mesmo dia? Ou antes, qual a necessidade de as performances-intervenções serem apresentadas no mesmo dia in-a-row? Em se tratando da semelhança entre algumas perfomances que trabalharam com distenção temporal, isso pode inclusive prejudicar a fruição de cada trabalho. Ou o conjunto de trabalhos foi pensado para ser uma amálgama, pensado para resultar numa única obra?

Será que a apresentação em conjunto recende a um certo desejo – ainda que oculto e em alguns momentos declaramente negado – por um público? Afinal existe convite, existe flyer, existe divulgação e release, e também cobertura jornalística. Portanto, por consequência, existe público!

É preciso, então, especificar quem é público de intervenção e quem é público de exposição. Se estou inadvertidamente parada no sinal de trânsito e me defronto com uma ação artística, sou público, fruidor ou … qual seria o nome mais adequado? Já inventaram? Ou podemos permanecer nos nomeando como passante, transeunte? Afinal é essa a nossa condição primária nesses espaços: estamos em trânsito, transitoriamente de passagem para chegar em outro lugar que não essa esquina, esse sinal ou esse lado da rua.

Do contrário, sem o desejo de público, cada artista poderia apresentar anonimamente sua intervenção quando lhe aprouvesse. Sem flyer, sem hora marcada, sem alarde. Será que a questão é que necessitamos ainda de algum tipo de formalização e reconhecimento? E, claro, sobretudo, tratar-se-ia de tornar explícito uma nomeação? Isto é performance! Isso é ação artística! Isso não é cotidiano! Não, não sou maluco: sou performer!

O ato de nomear expõe uma certa ressalva em dissolver-se na vida cotidiana. Daí, mais uma vez, o flyer, a divulgação e a apresentação conjunta como espécie de separação pública entre o joio e o trigo.

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Talvez a grande revelação da noite tenha sido a participação de um certo senhor. Invalidando temporariamente o aviso prévio entregue pela organização à Polícia Civil: um homem bêbado, habitante típico dos arredores do Edifício Maletta, provoca um pequeno, tímido e abafado rebuliço.

Diante de todas as pessoas belas e bem vestidas com postura encaixada que me afrontam no sinal de trânsito, quem é esse homem que se destaca por sua evidente excentricidade relativa? Todos estão sentados. O homem se movimenta, fala, tropeça, rebola, ri, se exalta. O detalhe é que sua participação não estava prevista. Ele não interpreta um bêbado, ele é o bêbado inconveniente que incomoda e intervém num fluxo ordinário do meu ir e vir. E como se deu a inclusão deste homem na performance? Ele é absorvido ou permanece destacado como intervenção dentro de uma intervenção?

No fundo, talvez a questão última seja esta: a metaintervenção deste homem participativo é performance ou ele permanece em seu status de homem bêbado dos arredores do Edifício Maletta?

Ou seja: preciso nomear para fazer existir? O maquinário de registro imagético ajuda ou prejudica o caráter mais essencial destas ações, qual seja: intervir no fluxo cotidiano, ser um ponto de luz em nossa rotina diária e urbana? Intervenções não têm “Luz! Câmera! Ação!”. Portanto, a riqueza de seus resultados, pelo o que se ouve dizer, está na imprevisibilidade, na surpresa, na ruptura com o esperado.

Por fim, mais uma pergunta: tornar-se anônimo é a morte para o artista? Por outro lado, publicizar e espetacularizar é certamente a morte da intervenção urbana. Não é intervenção. É palco montado na rua.

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9 Responses to “Perpendiculares e paralelas”

  1. 1 Cristianne de Sá

    Que bom ler uma escrita lúcida nesta terra de ninguém!!!
    Claro que pra grande maioria dos corpos bem postulados em suas roupas elegantes, ele, o bêbado, permanece em seu status de homem dos arredores do Edifício Maletta.
    Infelizmente. É palco montado na rua sim!

  2. Mariana,
    Parabéns pela análise. Sem rancores críticos, mas com uma agudeza singular. Eu mesmo saudei o evento no meu blog, Olho-de-Corvo. Assisti ao evento e senti tudo isso que você nomeia. Paulo Rocha, num comentário no blog, também apontou, com outras palavras, para a mesma questão: a institucionalização da intervenção urbana.

    O meu entusiamos inicial se deu em função de ver que a performance está sendo incentivada e difundida. Mas a que preço?

    Fica a pergunta. Seu texto ajuda a encarar essas formas de “captura” via poderes institucionais.

    Abraços

  3. …uma reflexão que a princípio parece ser óbvia e manjada e aos poucos se descortina (me descortinou) com interrogações ousadas! O “artista” precisa deste título, desse Rosto, dessa vestimenta para inserir diferença, singularidade e acontecimento no espaço urbano? Porque se ele simplesmente quiser intervir e fazer disso um ato político, micropolítico, sem flyer, chamada, folder e sobrenomes, por que esta cidade não está repleta dessas micro-ações cotidianas? Creio que esse “artista” ainda está onde reina a vaidade, confetes e purpurinas. As ruas de Belo Horizonte continuam esvaziadas de possibilidades e repletas de previsibilidades e o “artista” aqui caminha, com suas modas e mídias…
    uma reflexão óbvia, pra lá de óbvia, mas sem nenhuma atitude que procede…
    Parabéns Mariana pelo texto-ação. Escrever também é fazer política!

  4. Por isso mesmo consumi a performance como espetáculo. Uma apresentação. Com o bêbado no elenco. E os fotógrafos inclusos. E os espectadores também. E os motoristas…

  5. 5 Bernardo Amorim

    Bem, creio que tenho algumas coisas a dizer, sobre uma discussão que me parece bastante interessante, e a partir de um texto bem pensado e realizado.
    Em primeiro lugar, falo a respeito da proposta do evento: a princípio, pareceu-me coerente o projeto dos organizadores, uma vez que se explicita com a ideia de “estender as ações artísticas para o espaço do cotidiano”. A se ter em mente estes termos, assim como a própria divulgação do evento, acredito que se defina com certa propriedade o que aconteceu: ações artísticas que saíram do museu e alcançaram o espaço de fora, da rua.
    Em seguida a este primeiro comentário, seriam duas as minhas perguntas, a incidir sobre a crítica de Mariana e sobre alguns termos que ela utiliza. A primeira: Se o performer, em uma intervenção urbana, dissolver-se na vida cotidiana, como poderá ele ser a proposição de “um ponto de luz”, na rotina diária e urbana? A segunda: Para que haja intervenção, não é preciso que o público (em sentido largo) seja deslocado, mesmo que minimamente, de sua “condição primária”, de simples passante, de transeunte?
    Por último, imagino, ainda, uma terceira questão: Se se perguntasse ao senhor bêbado o que ele fazia ali, em meio aos performers, teria ele alguma consciência, mais ou menos coerente, de que estava a desempenhar uma ação performática, política, de resensibilização?
    Penso que, para que uma ação seja uma performance, é necessário, ao menos, que a pessoa que a realize tenha consciência do que faz.

  6. Nomear é obter poder sobre. Ou tentar fazê-lo.

    Quando não compreendemos alguma coisa, o primeiro movimento é o de tentar reduzir aquela experiência incompreensível a um nome já conhecido e confortável – ainda que esse nome seja “loucura”, lugar de despojo do que não podemos dominar…

    Dominar e denominar, espaços tão próximos…

    Nesse mundo de nomes, os anônimos são os que tem menos poder… Mas, por outro lado, podem resistir mais às dominações impostas pelos nomes, classificações, designações, etc.

    Não acho que seja preciso nomear para fazer existir, mas sim para fazer importante, ou desimportante. Com sentido. Ou sem. O nome não dá existência real, mas simbólica. Dá sentido ao que não tem nenhum.

    O bêbado não fazia sentido algum no meio mesmo de uma arte que se queria bastante séria (com sentido) e crítica (útil / importante)…

    O bêbado não fazia sentido… fazia poesia…

    fazia presente o presente.

  7. 7 marianalage

    marcelo, isso que voce fala remete a uma questão que estive pensando desde que terminei de escrever o texto: a minha condição de público. de fato me comportei como você. eu me desloquei de casa com o intuito de assistir a uma série de performances. eu nao estava no espaço inadivertidamente e encontrei uma série de performance no meio do caminho. fui como público, apesar nao ter conseguido fruir a cena toda (com fotografos e público incluidos) como um grande acontecimento. talvez porque, por um lado, as ações se desejavam como instigadoras de rupturas no fluxo cotidiano e por outro, traziam esse “que” de palco e espetáculo.

    no fundo no fundo, eu acredito que o que esteja em questão é a natureza da performance e a natureza da intervenção urbana. por isso inclusive o meu próprio texto oscilar (ou vacilar) em nomear as ações com essas duas expressões. afinal, é divulgado como performance e como intervenção. e acho que no final acabou oscilando entre as duas mesmo. algo bem ambíguo. e acredito que o estado de performance aceite melhor esse carater de espetacularização do que a intervenção. e se assim for, e talvez seja, pelo o que Bernardo Amorim disse acima, tratou-se então de um grande acontecimento, tudo unido a favor de uma grande performance que teve vários artistas e ações como seus elementos constituintes.

    o que Bernardo disse traz justamente essas questões em torno desse desejo tão contemporâneo de dissolver/tencionar/tangenciar arte e vida. e acredito ser essa uma questão essencial a ser pensada pela arte de hoje. seriamente pensada. na época da segunda edição do arte expandida, no chico nunes, o luiz fernando ramos (usp) fez uma palestra no laboratório textualidades cênicas evidenciando esse relação entre arte e vida que sempre fui e deve ser de tencionamento. temos que lembrar que se revogarmos a concepção de ficcional tout cour, jogamos fora o bebê junto com a água do banho. esse tensionamento e tangenciamento é extremamente importante. e talvez o mais importante a ser enfrentado é deixar evidente e consciente essas tensões. e nao tentar dissolver a tensao.

    entao, o bernando pergunta “se o performer, em uma intervenção urbana, dissolver-se na vida cotidiana, como poderá ele ser a proposição de “um ponto de luz”, na rotina diária e urbana?”. Bom, me parece que se o performer se dissolve ele nao atinge seu resultado, ele deixa de ser performer. ele agora faz parte da paisagem, assim como o onibus que passa, o menino que chora, a moça que carrega sacolas. ele tornou-se tão banal quanto nosso ato de andar daqui até ali para chegar em algum lugar e trabalhar ou tomar um café. deixou de propor qualquer distanciamento, qualquer ‘ponto de luz’, qualquer provocação. algo como chover no molhado. Borrar os limites entre arte e realidade é diferente de dissolver. De novo, como revorgamos a tensão arte e vida sem implodirmos o próprio conceito de artístico ou de estético? talvez esse seja o grande desafio da produção artística que deseje ter “arte-vida” como motor. revogar é diferente de dissolver que é diferente de borrar que é diferente de provocar.

    talvez nos ajude sair de um pensamento obra e nos deslocamos para um pensamento experiência. e desapegar. e deixar solto.

    não existe nada nem ninguem que me proiba de enxergar um bebado como um performer/”interventor”, assim como não há nada que me obrigue a enxergar um cartaz no sinal de trânsito como uma ação de gente maluca. por outro lado, existe as nossas faculdades de percepções estéticas que corroboram nossa abertura para esse tipo de experiência. sem que haja um flyer, uma cobertura jornalistica a fim de nos informar (in-formar) de que ali está uma obra de arte. algo do tipo: “veja! isso é uma performance! agora você pode ter certeza que você está fruindo uma obra de arte”. [a experiência estética não depende de nenhuma norma, de nenhuma prescrição - talvez somente de uma proposição, um spuncto]

    continuo pensando que um pensamento experiência propoe o desapego. um pensamento obra permanece dependente de uma relação com o público (que se saiba nesse lugar).

    acredito que as questoes resumem-se numa sutileza de posturas na experiência estética.

    por exemplo, o ambiente museu, o palco, a sala escura do cinema lhe dá certeza de que ali você encontrará obras de arte (obras de ficção, o “como se” fosse realidade) e que ali você estará apto a ter experiências estética. o espaço da rua ontem sempre as possibilidades de tensão. embora possa também aparecer como banal e rotineiro à nossa vivência nele. de qualquer forma, ele carrega essa tensão. entao: como trazer o artistico para a rua sem trazer com ele toda a mise-en-cene, todo esse involucro (que, para usar uma expressão do garrocho, acaba “institucionalizando”)?

    não evidenciar que ali está acontecendo uma performance é deixar aberto a constituição da obra à percepção do outro. por isso digo desapego. deixar que o outro perceba da forma que quiser (ou que acontecer naquele momento), mas ainda sim, enquanto performer, performar. afinal, concordando com bernardo, é preciso que pelo menos o performer se veja como performer.

    por fim, agradeço o feedback de todos. ele me faz pensar mais. ;)

  8. Gostaria de pegar o embalo das linhas traçadas pelos comentáros muito lúcidos do Garrocho, da Marcelle, da Mariana.E acrescentar mais algumas linhas em forma de indagação.Primeiro, enquanto for preciso autorizações oficiais ( da policia, da ordem disso ou daquilo e todas aquelas siglas e seus fiscais) para atuações artísticas no espaço público,este espaço continua a ser um espaço anti democrático.Acho que esse é um dos poucos lugares do mundo no qual o artigo muito claro da constituição que garante liberdade de expressão é regulamentado por tantas agências, o que é uma contradição.Pensem bem o que significa pedir autorizações para performances que deveriam, por sua própria natureza, romper o tecido organizado do espaço público.Você não executar música sem que alguma ‘ordem’ seja convocada para conferir.A não ser que porte um documento esclarecendo que o que você faz não é música e sim ‘ruidos para performances’.Idem para se movimentar, portando um documento que a desobriga de alguma filiação carimbada como ‘bailarino’, ‘ator’, o que automaticamente já institucionaliza estas ações.O não institucionalizado, no caso, é o bêbado…mas este não se propôs a fazer performance.Em outras palavras, o espaço público é tudo, menos público, só para começar.
    Segundo, o pensamento assim chamado ‘contemporâneo’ sobre a arte também chamada ‘contemporânea’, requentou velhas abordagens sobre a arte e suas relações com a vida.Baseadas na estética da recepção e, principalmente na comunicação.O que nos faz derrapar nos becos sem saída dos dualismos que colocam de um lado a fruição, do outro um tal de objeto estético e, no meio, as tais ‘faculdades’. Como isso é uma mistura frágil do pensamento de Kant com teoria da comunicação (mesmo que não tenhamos consciência disso, o que piora as coisas),a discussão não sai muito do lugar.Quando vem à cena as relações arte e vida, o perigo é reduzir a vida aos estímulos e respostas que são o cotidiano e a arte a apenas uma palavra que pode-se usar para dar nome a qualquer coisa.Resumindo: isso não vai muito longe pois é o comum relacionando-se com a opinião, sem nenhuma brecha para a infiltração de um pouco que seja de caos!Ou do acaso!
    Terceiro, copio e colo a frase da Mariana: ‘Borrar os limites entre arte e realidade é diferente de dissolver. De novo, como revorgamos a tensão arte e vida sem implodirmos o próprio conceito de artístico ou de estético? talvez esse seja o grande desafio da produção artística que deseje ter “arte-vida” como motor. revogar é diferente de dissolver que é diferente de borrar que é diferente de provocar.’
    Quarto: podemos dizer que os artistas em Bh estão pesquisando, trabalhando, atuando, apesar de todos os contras e dificuldades.Parece óbvio mas não é.
    E para essa resposta não virar um tratado, quero lembrar de todas aquelas iniciativas coordenadas pelo Garrocho que trabalhou concretamente essas questões da arte expandida em 5 edições, na tentativa de não jogar fora a água do banho junto com o bebê e a banheira…

  9. Estou passando por uma situação que ILUSTRA bem isso tudo que se está discutindo aqui.

    Recebi um PRÊMIO da Funarte para realizar uma série de performances na rua, inclusive a Marcelle será uma das performadoras!! Eba!!

    Bem, me deparei com um desejo imenso de não divulgar nada, de fazer a coisa da maneira mais natural possível, quase como um ACIDENTE, algo que acontece na cidade e só quem passou na hora, viu.

    Porém, chega a trava da institucionalização da arte urbana… sendo que essa questão tem origem no próprio EDITAL para PRODUÇÃO de ARTE URBANA, que para mim parece algo contraditório…

    Ainda não desabafei sobre isso aos envolvidos no meu projeto – PERFORMAFUNK, mas já o fiz com amigos que apontaram argumentos contra a minha resistência…

    1) Quanto mais gente tiver ACESSO, melhor. Ainda mais tendo grana pública envolvida, a ação deve ser difundida para atingir um público maior.

    2) Os artistas querem, sim, ser vistos! Mas não por QUALQUER público, querem ser vistos por outros artistas!! Querem seus pares os vendo, inclusive gerando críticas e/ou (des)afinidades.

    Achei PAVOROSO de ouvir… Me parece que a arte que se faz é oferecida antes para o próprio meio da arte. Espera-se do artista mais que simplesmente agir, para si… para a sua cidade… para ninguém… Ele tem que se mostrar!

    Pior, nesse caso eu desejaria que me vissem os que acabam de sair da MISSA e por acaso estão ali, os que se perderam, os que nem sabem o que é essa tal de performance… não me decidi ainda… se divulgarei ou não o projeto… só achei que seria interessante esse relato aqui.

    Beijos!


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