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	<title>Comentários sobre: O lugar do conceitual na arte</title>
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	<description>espaço de pensamento dos curadores, consultores, artistas e público</description>
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		<title>Por: Marcelo Kraiser</title>
		<link>http://conversearteexpandida.wordpress.com/2009/04/03/o-lugar-do-conceitual-na-arte/#comment-101</link>
		<dc:creator>Marcelo Kraiser</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 10:44:37 +0000</pubDate>
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		<description>O que quer dizer este &#039;certo domínio&#039; me escapa.A ambiguidade da palavra &#039;certo&#039; nos textos sobre arte é uma transposição do francês e que adquire uma conotação vaga em português.Antes houvesse de fato essa promiscuidade entre a arte, ciência e filosofia!Essa interdependência entre arte e as outras duas só funciona para os lados da arte, ciência principalmente não depende coisa alguma da arte.E afimar que artista é uma espécie de filósofo ou de cientista por possuir uma &#039;certa&#039; consciência de uma &#039;certa&#039; filosofia ou ciência que norteia seu trabalho, não tem nada de ingênuo: só funciona se amarrado pelos marcadores de poder que definem a certeza desse &#039;certo&#039;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que quer dizer este &#8216;certo domínio&#8217; me escapa.A ambiguidade da palavra &#8216;certo&#8217; nos textos sobre arte é uma transposição do francês e que adquire uma conotação vaga em português.Antes houvesse de fato essa promiscuidade entre a arte, ciência e filosofia!Essa interdependência entre arte e as outras duas só funciona para os lados da arte, ciência principalmente não depende coisa alguma da arte.E afimar que artista é uma espécie de filósofo ou de cientista por possuir uma &#8216;certa&#8217; consciência de uma &#8216;certa&#8217; filosofia ou ciência que norteia seu trabalho, não tem nada de ingênuo: só funciona se amarrado pelos marcadores de poder que definem a certeza desse &#8216;certo&#8217;&#8230;</p>
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		<title>Por: Lucas Coimbra</title>
		<link>http://conversearteexpandida.wordpress.com/2009/04/03/o-lugar-do-conceitual-na-arte/#comment-68</link>
		<dc:creator>Lucas Coimbra</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 03:04:29 +0000</pubDate>
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		<description>Belíssimo trabalho Mariana!
Me identifico muito com arte contemporanea e amei as descrições. Não sabia desse seu lado! =P parabenz!!
..de seu aluno e visinho: Lucas Coimbra</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belíssimo trabalho Mariana!<br />
Me identifico muito com arte contemporanea e amei as descrições. Não sabia desse seu lado! =P parabenz!!<br />
..de seu aluno e visinho: Lucas Coimbra</p>
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		<title>Por: Rebecca</title>
		<link>http://conversearteexpandida.wordpress.com/2009/04/03/o-lugar-do-conceitual-na-arte/#comment-62</link>
		<dc:creator>Rebecca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 15:31:56 +0000</pubDate>
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		<description>A &quot;estrutura&quot; teórico-linguística-conceitual (mesmo que rudimentar, sempre existe uma estrutura...) que ajudou a compor uma obra não pode ser totalmente recuperada nem pelo próprio artista. 

Da mesma maneira, a &quot;estrutura&quot; teórico-linguística-conceitual que o espectador usa para interpretar/ler/fruir uma obra não pode ser totalmente recuperada por ele. 

O mais curioso é que uma e outra não precisam ser necessariamente iguais, e nem mesmo próximas. E mesmo que fossem, como elas não podem ser totalmente &quot;recuperadas&quot;, ninguém poderia provar isso.

Pra mim, o &quot;conceitual&quot; estaria nos processos... no fazer e no fruir, no construir e no interpretar, no &quot;enviar&quot; a obra e no &quot;recebê-la&quot;... Eles se encontram em muitos pontos, evidentemente, mas nunca são totalmente unívocos... longe disso, imagino que sejam, na grande maioria das vezes, até opostos.

Tudo isso pra dizer do efêmero de toda &quot;leitura&quot;, e de toda &quot;escrita&quot;. E pra dizer que o fruidor da arte sempre será também artista/criador, na medida em que a reescreve à sua maneira... ainda que essa maneira não seja a que nós entendemos como &quot;certa&quot; ou &quot;justa&quot; para com o fazer do artista.

Tudo isso para dizer que gostei muito do post. E do blog. 

; )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;estrutura&#8221; teórico-linguística-conceitual (mesmo que rudimentar, sempre existe uma estrutura&#8230;) que ajudou a compor uma obra não pode ser totalmente recuperada nem pelo próprio artista. </p>
<p>Da mesma maneira, a &#8220;estrutura&#8221; teórico-linguística-conceitual que o espectador usa para interpretar/ler/fruir uma obra não pode ser totalmente recuperada por ele. </p>
<p>O mais curioso é que uma e outra não precisam ser necessariamente iguais, e nem mesmo próximas. E mesmo que fossem, como elas não podem ser totalmente &#8220;recuperadas&#8221;, ninguém poderia provar isso.</p>
<p>Pra mim, o &#8220;conceitual&#8221; estaria nos processos&#8230; no fazer e no fruir, no construir e no interpretar, no &#8220;enviar&#8221; a obra e no &#8220;recebê-la&#8221;&#8230; Eles se encontram em muitos pontos, evidentemente, mas nunca são totalmente unívocos&#8230; longe disso, imagino que sejam, na grande maioria das vezes, até opostos.</p>
<p>Tudo isso pra dizer do efêmero de toda &#8220;leitura&#8221;, e de toda &#8220;escrita&#8221;. E pra dizer que o fruidor da arte sempre será também artista/criador, na medida em que a reescreve à sua maneira&#8230; ainda que essa maneira não seja a que nós entendemos como &#8220;certa&#8221; ou &#8220;justa&#8221; para com o fazer do artista.</p>
<p>Tudo isso para dizer que gostei muito do post. E do blog. </p>
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