Archive for Julho, 2008

por Mariana Lage

Estimulados pela infinidade de avisos distribuídos por todos os bancos do Parque Municipal, os integrantes do núcleo de criação O Clube tomaram as duas palavras “Proibido Deitar” como ponto de partida  para a intervenção urbana que preparam para o Laboratório: textualidades cênicas contemporâneas deste ano.
Segundo as atrizes Carolina Rosa e Patrícia Siqueira, que [...]


por Mariana Lage

Grupo selecionado para o Laboratório: textualidades cênicas contemporâneas deste ano, o Movasse – Coletivo de criação em dança pensa a composição cênica a partir das relações e transformações mútuas entre o corpo e o espaço de intervenção. “Desde a criação do ‘Imagens Deslocadas’, realizado por meio do Rumos Itaú Cultural de 2007, vimos [...]


A Caixa Preta

18Jul08

por Mariana Lage

Em tempos de improvisações intermídia, é inevitável a discussão sobre as potencialidades de diferentes mídias e, inclusive, sobre suas capacidades de dialogarem entre si.
No ensaio Filosofia da caixa preta, o filósofo Vilém Flusser coloca em questão as imagens técnicas e os aparelhos que as realizam. A caixa preta do título qualifica a câmera [...]


por Daniel Toledo

O que vem a ser arte? Em que condições e lugares podem ocorrer experiências estéticas? Quem pode fazer arte e que funções pode desempenhar na criação? Se essas perguntas são pertinentes para as artes cênicas, também merecem atenção quando se trata de artes plásticas. Para explorar esse tema, vale a pena rever alguns [...]


por Mariana Lage

No livro “Performance como Linguagem”, uma das primeiras cautelas de Renato Cohen é atentar para a diferenciação entre performance e happening. Segundo o teórico, “o que caracteriza a passagem do happening para a performance é o aumento da preparação em detrimento do improviso e da espontaneidade”. Diferentemente do happening, a performance apresenta uma [...]


por Daniel Toledo

Algumas semanas após o encerramento do workshop “Limiares da Performance”, ainda vale a pena tocar em  pontos discutidos durante os encontros e levantados durante as experimentações.
Em que medida o significado das novas obras ultrapassa a experiência da interface?
Aliás, trata-se de obra de arte ou experiência estética?
Como extrair sentido de uma experimentação?
Como obter domínio [...]